
“Ainda é cedo para prever as próximas diligências”, alegou o delegado. Também a conselheira tutelar Luciana Medina acredita que o menor deverá ser encaminhado à adoção, sem precisar passar por instituição acolhedora. “Institucionalizar é sempre um sofrimento para a criança”, argumenta. O certo é que Lucas faz a sua parte ao sobreviver à própria sorte e lutar pela vida . A previsão de alta é incerta assim como a sua condição jurídica, mas já há quem esteja interessado na sua adoção.
Somente com autorização do juizado
Ainda na segunda-feira, Maria Aparecida tentou visitar o pequeno, mas não conseguiu. “Para vê-lo, só com autorização do juiz de menores”, contou decepcionada. Agora, o garoto é responsabilidade do município. Segundo a escrevente Isabel Oliveira, do Juizado da Infância e Juventude, a comarca de Canoas registra 150 casais habilitados à adoção de menores. Um deles já procurou o órgão interessado no menino. “Assim ficamos sabendo do caso. Estamos aguardando o comunicado oficial”, mencionou. A conselheira Luciana salientou que o documento está com o Ministério Público. “Acho que nos próximos dias, o Juizado irá receber o documento”, assinalou.
Fonte: Diário de Canoas



